quinta-feira, 15 de maio de 2014

AULA FORA

A sala de aula não é o único lugar para se aprender, acreditamos que fora da sala também podemos adquirir inúmeras experiências.
Essas aulas chamam a atenção dos alunos e de uma forma agradável ajudam eles a entender de verdade a matéria, pois muitas das vezes ficar apenas em sala é desgastante e a turma acaba ficando desanimada. Mudar o ambiente de aprendizagem é uma ótima maneira de se interagir e desafia-los para esse método diferenciado de ensino.
Estava lendo alguns blogs sobre fazer aula fora de sala, li sobre aprender ciências no Parque Zoobotânico.

Veja a seguir algumas dicas de aulas foras da sala.

Aprendizado fora da sala de aula

O Parque Zoobotânico possibilita outra maneira de aprender ciência


Que tal uma aula ao ar livre? Não, este não é o sonho de crianças e jovens. É a realidade do Parque Zoobotânico. Por meio de atividades didáticas, desenvolvidas pelo Serviço de Educação e pelo Serviço do Parque Zoobotânico, estudantes podem conhecer as pesquisas realizadas pelo Museu Goeldi de uma forma diferente do método tradicional adotado pelas escolas.

São diversas possibilidades de ver, cheirar e tocar, de perceber a natureza à nossa volta. Animais, plantas, exposições, pesquisas, tudo serve de fonte de conhecimento para descobridores. O Parque Zoobotânico funciona como uma sala de aula viva, que proporciona aos visitantes conhecimentos sobre o ecossistema e o homem da região amazônica.

Um dos exemplos desta interação é o projeto Clube do Pesquisador Mirim, que há treze anos reúne crianças e adolescentes em torno de projetos de iniciação científica. O Clube é organizado em turmas com diferentes eixos temáticos, ofertadas anualmente, como biodiversidade, espécies ameaçadas de extinção, sustentabilidade e diversidade social. No decorrer dos encontros semanais, os estudantes produzem algo que expresse os resultados da pesquisa, como jogos, kits educativos, cartilhas, multimídias, vídeos, etc., apresentado em uma grande feira de ciências.

Mas não são apenas os pesquisadores mirins que podem usufruir do aprendizado pelo Parque. Todos os visitantes têm acesso às atividades educativas realizadas pelo Museu Goeldi, seja por meio de visitas escolares, de campanhas educativas, de oficinas e minicursos ou do trabalho dos monitores ambientais. De maneira criativa, o Parque Zoobotânico funciona como um centro de educação sadio e familiar, proporcionando a aproximação de jovens e adultos às pesquisas e problemas da Amazônia.


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Veja outras dicas:

Melhor aprendizado
Os estudantes visitaram o teatro da ‘Ribeira dos Icós', o 'Largo do Tebergue', a 'Câmara e Cadeia', 'Rua do Meio', 'Igreja do Senhor do Bonfim', a casa onde morou o 'Canela Preta', 'Igreja do Rosário', a igreja dos escravos, construída por eles em 1736. Na igreja de Nossa Senhora da Expectação, local onde a cidade surgiu, os alunos tiveram uma aula com o auxílio do pesquisador e historiador Altino Afonso. Altino também acompanhou os alunos em outra aula abordando outros aspectos da história do município, no teatro da Ribeira dos Icós. Lá ele contou sobre as lendas da cidade, seus mitos e contos. A lenda do Barão do Crato, que morava num casarão ao lado do teatro, e teria construído uma passagem subterrânea para ir ver os espetáculos porque não queria se misturar com os populares. A história da suposta baleia adormecida que existiria no altar da igreja do Senhor do Bonfim e poderia acordar se uma imagem posta no altar fosse retirada do local transformando Icó num braço do mar.
            Terezinha Alencar informou que a experiência está apresentando resultados surpreendentes em relação ao aproveitamento por parte dos alunos. Segundo ela, a escola já está agendando outras etapas do projeto, desta vez para a Região do Cariri, inclusive com visita a museu. A professora Angélica, que é filha de Icó, disse que o fato dos estudantes voltarem ao cenário onde a história aconteceu para ouvir sobre passagens, acontecimentos e fatos são algo inexplicável. Vânia, que trabalha com a disciplina de Geografia, explicou a importância dos estudantes estudarem sobre o rio Salgado que margeia a cidade de Icó estando 'in loco', tendo a oportunidade de diminuir dúvidas e armazenar muitas informações sobre a Região.
Ao ar livre
            O professor Rogério, da disciplina de Geografia, viajou com as crianças do ensino fundamental I, para as margens do açude Trussu, no distrito de Suassurana. Também estavam acompanhando o grupo a professora Elizângela e a coordenadora do ensino fundamental I, Geni Lôbo. Geni destacou a importância do projeto para que os estudantes ampliem seus conhecimentos. Rogério relatou que outro fator importante é que os temas abordados nas 'aulas de campo' também são explorados em sala de aula. Ele acompanhou as duas turmas do 5º Ano 'A' e 'B', na aula de campo de História, Geografia e Meio Ambiente às margens do açude público Trussu, no distrito de Suassurana, e ao rio Jaguaribe, nas imediações do bairro Bugi.
Os alunos conheceram sobre a capacidade hídrica do reservatório, sua construção, o sistema de distribuição hídrica para abastecimento e irrigação, piscicultura e as duas cidades que são abastecidas, Iguatu e Acopiara. Nas visitas aos dois mananciais, o que mais chamou a atenção dos estudantes foi a poluição, aliada à falta de preservação, principalmente com os volumes de lixo depositados nas margens. Embalagens de refrigerantes, cigarros, sacolas plásticas, móveis velhos, tecidos,embalagens de outros produtos industrializados e alimentos.
As lagoas de Iguatu também estão na agenda de aulas da escola, dentro do projeto 'Aulas de Campo'. Estudantes acompanhados por outros professores também aprenderão mais sobre os ecossistemas ainda neste mês de maio. A ideia dos educadores é explorar os assuntos produzindo documentários com a participação dos alunos, ilustrando pesquisas e até contribuindo com o senso crítico para a melhoria e preservação desses recursos naturais.

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